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Artigo: SUA EMPRESA ENVELHECEU E VOCÊ NÃO PERCEBEU!

SUA EMPRESA ENVELHECEU E VOCÊ NÃO PERCEBEU!

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A Divina Comédia de Dante Alighieri (1265 – 1321), durante os seus últimos dez anos de sua vida, ou seja, entre 1310 e 1321, Dante escreveu sua obra prima A Comédia, composta de três partes: Inferno, purgatório e paraíso. Esta obra marcou o que chamamos de Iluminismo ou Renascimento, Embora a Igreja Católica, através da inquisição, continuasse a fazer suas vítimas, ainda durante séculos como o caso de Giordano Bruno (1548 – 1660), queimado na fogueira da Inquisição, considerado um mártir da liberdade de pensamento, rebelando-se contra os poderosos daquela época, contra todo ensino religioso oficial. Defendeu suas ideias diante dos sábios e poderosos de todos os países por onde passou. Quando condenado à fogueira foi perguntado se a ele se se arrependia, ao que respondeu: “...arrependo de minha ingenuidade: pedir a quem tem o poder para reformar o poder...”. Da mesma forma que hoje nossos mandatários não aceitariam reformar o poder, pois teriam medo de perde-lo, isto é apenas uma reflexão do que acontece nos dias de hoje, em relação a todo poder estabelecido.

Se entre a obra de Dante, A Divina Comédia, que representa o marco do Renascimento e mais de três séculos depois a inquisição ainda estava ativa, agindo em conluio com os reis e poderosos da época, como ocorreu na perseguição aos Templários na França e Espanha, dos quais a Igreja cobiçava suas fortunas e saber que culminou na perseguição e morte de Jacques Demoleau, Grão-Mestre dos Templários, durante o reinado de Felipe, o belo e papa Clemente VIII. Tudo isso para tentar deixar claro que entre o final de uma era e o pleno desenvolvimento de outra, pode levar muito tempo, pois os poderes estabelecidos não admitem reformas, enquanto outras reformas como o socialismo radical são utopias que embora pareçam justas e humanas, são impossíveis de funcionar, pois não permitem liberdade. Por onde o socialismo passou, retirou do poder as elites e se constituiu em outra elite. Há dúvidas? Veja o que nos acontece neste momento de nossas vidas. Para os socialistas e outros radicais os fins justificam os meios, mesmo que esses “meios”, representem a destruição de valores éticos, lapidação de patrimônio público, etc.

Voltando ao Renascimento, para mais adiante fazer uma anologia com que acontece hoje, quero considerar apenas o aspecto estético, representado pela fabulosa produção de artes plásticas e esculturas, criadas pelas grandes mestres, de incomparável beleza, sem comparação com quaisquer outras obras de outras épocas, a não ser com os templos egípcios, ainda hoje incompreendidos em função de sua magnitude, onde os tesouros estavam a serviço das divindades, hoje tais tesouros uma parte enfeita os museus, outra foi destruída pela cobiça dos saqueadores. Quanto à beleza estética do renascimento, penso que representa o aspecto feminino da alma humana que dá qualidade à vida, sem o qual a esterilidade do patriarcado, transforma tudo em coisas. Hoje Afrodite está encastelada nos museus onde sua beleza é admirada por muitos, sem compreender que esta beleza deveria ser um chamado poderoso para o despertar da sofrida alma humana, marcada pela obscuridade da Idade Antiga e Média.

Estamos muito próximo de um novo despertar, mas desta vez a consciência individual é que é chamada a fazer um movimento de interiorização. Estamos durante séculos dominados pelo poder exercido por escrituras e imagens da culpa, culpa impagável, pois um Ser puro e inocente derramou seu sangue para resgatar nossos pecados. Para maior compreensão de todo esse jogo de poder que dura milênios, e, pelo jeito, pode continuar para muitos, mesmo sabendo do livre arbítrio de cada pessoa escolher suas ideologias, também acredito que o que importa na pesquisa científica é a isenção de julgamento e a observação dos fatos como fenômenos. Para uma maior compreensão e reflexão sugiro a leitura na internet do texto do Deus de Spinoza, aquele em quem Einstein acreditava: “Para de ficar rezando e batendo no peito! O que quero que faças é que saias pelo mundo e desfrute de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo que Eu fiz pra ti. Para de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construístes e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti...” (O texto é grande, duas páginas e meia, não cabe aqui. Caso o editor queira reproduzi-lo em outro espaço, é de domínio público), nunca é demais.

Se houvesse um rigor cronológico na secessão das eras, uma passagem pelas doze casas solares, com cada uma durando cerca de 2060 anos, teríamos um giro completo levaria cerca de 24720, entretanto o tempo que regula nossas vidas, de fato, não existe, é artificialmente criado a partir dos movimentos dos astros. O que existe são as mudanças energéticas que o constante movimento provoca, numa sustentabilidade infinita, como demonstra os textos de Madame Blavastki, no que ela chamou de Cosmogênese, ou seja, somatório de conhecimentos da gênese do cosmo – Tratado ou ciência da formação e desenvolvimento do Universo. O verso do Uno, o homem, como microcosmo tem como base de estudo e desenvolvimento a antropogênese – Tratado ou ciência da formação dos seres inteligentes que habitam o universo. Se fosse possível o desenvolvimento pleno em uma única vida, para que o homem acessasse sua verdadeira natureza, compreensão e equilíbrio sustentável, levaria 49 anos, ou seja, 7 etapas de 7 anos, então aos 49 anos ele estaria em condições de viver a parte espiritual. Mas o que conta não é o tempo cronológico e sim as mudanças de energias e vibrações que obedecem à consciência, que é responsável pelas escolhas. O homem é dotado de livre arbítrio, se assim não


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Autor: Dr. Osmar
Fonte: blogdoosmar.com.br
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DR. OSMAR FRANCISCO DOS SANTOS

SOBRE O DR. OSMAR

Psicólogo junguiano transpessoal, fundador do Instituto Holístico do Saber, membro participante do Núcleo de Estudos Junguiano do Rio de Janeiro, experiente conhecedor da psique humana através da sua ampla atuação em psicologia clínica, individual, em grupos de formação e em grupos terapêuticos.

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